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Archive for the ‘Shows’ Category

Green Day

Resolvi hoje de manhã que eu vou ao show do Green Day de hoje. Espero que ainda tenha ingressos!

Update: Acabou que eu não fui ao show porque o site do HSBC Arena ficou fora do ar o dia inteiro e eu não conseguia ligar para lá de jeito nenhum. Fui parar na Nossa Sem Hora com minha amiga Marina.

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Gente, sou fã da Alanis desde meus 11 anos. Quando minha prima disse que ela ia fazer show aqui no Rio esse ano, não tive nenhuma dúvida que eu estaria na platéia.

Fotos do show no Rio de Janeiro, dia 4.02.09

Fotos do show no Rio de Janeiro, dia 4.02.09

Comprei meu ingresso em um dos postos de “conveniência”, que na verdade de conveniente não tem nada. O atendente me informou que o pagamento só poderia ser efetuado com cartão de crédito, o qual não possuo. Se não fosse minha prima, que pagou os dois no cartão dela, eu teria que me despencar pra Barra pra comprar na bilheteria. Porque nem dinheiro eles estavam aceitando nos tais “convenientes”. E só uma observação, ainda me deram um voucher que eu teria que trocar pelo ingresso no dia do show. Muitíssimo conveniente, não?

Eu nunca havia ido à um show no HSBC Arena. Encontramos o lugar fácil. Estacionamos de graça fora do estacionamento oficial, que tinha uma taxa de R$15. Não encontrei filas para trocar meu voucher. E o povo que foi assistir a Alanis era tudo civilizado, a maioria com seus 20-e-poucos-anos. Muito tranquilo.

Ao contrário do que eu li aqui, o show não começou na hora, 22h, mas sim 22:40, ou seja, 40 minutos de atraso. Mas não houve estresse, só anciedade. Todos faziam silêncio entre uma música e outra que tocava enquanto a Alanis não subia no palco, na esperança que aquele seria o momento de sua entrada.

Não me lembro a sequência das músicas, só sei que 85% eu conhecia e cantava junto. Mais de metade das músicas eram sucessos de cds anteriores, o que o público, e eu, adorou. Acho que o que mais empolgou foi “You Oughta Know”. Nossa, cantei muito! Aliás, cantamos, eu e os outros 15 mil fãs (não tinha tudo isso, mas foi o que o Terra falou).

Achei o show muito foda! Essa mulher canta muito! Ao vivo a voz dela é exatamente tão boa quanto nos cds, com o bônus da performance cheia de simpatia e energia. Se você estiver num local onde ela ainda não se apresentou, corra agora mesmo pra comprar seu ingresso. Se eu soubesse que ia ser tão bom assim, teria comprado pista vip!

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Show da Madonna

Domingo fui ao primeiro show da Madonna da turnê Sticky & Sweet aqui no Brasil! Meu namorado que me chamou pra ir porque, sinceramente, nem sou fã suficiente dela para ter proposto o mesmo. Mas como ele é, a gente foi. Compramos os ingressos com nossas carteirinhas de estudante, a minha falsificada, é claro, e pagamos a “bagatela” de 180 dinheiros cada um. Isso é: R$300 a Arquibancada Central, mais 20% de taxa de (in)conveniência dividido pela metade. Quase uma promoção, digamos assim.

50 anos?! Mentira!

50 anos?! Mentira!

Saímos de casa 3 horas antes da previsão de início do show. Pegamos o metrô super lotado e ficamos andando debaixo de uma fina chuva ao redor do Maracanã entre camelôs e cambistas para tentar achar onde em diabos era pra gente entrar. Na entrada estavam confiscando garrafas e guarda-chuvas.

Paguei R$5 numa capa de chuva, R$8 num hamburger de microondas, R$5 num Frutella e depois, pra ir embora, um taxista queria cobrar R$50 numa corrida que num dava mais que R$20. Aff, é um show ou um assalto?!

A melhor parte do show foi quando ela cantou Express Yourself, após perguntar para a platéia qual das antigas nós queríamos que ela cantasse. Ela cantou a capella e o show finalmente deixou de ser um ensaio performático e passou a ser o que um show deveria. Afinal, eu tava ali para ouvir Madonna cantar e falar comigo, não pra ficar vendo efeitos especiais. Isso eu poderia ver num DVD, em casa.

Lá pro final do show resolvi que não vou mais assistir shows no Maracanã. Aquilo foi feito para assistir futbol, e não para assistir cantores em um palco, à quilômetros de distância. Porque, apesar deu ter pagado pelo segundo lugar mais caro do estádio, fiquei longe pra caralho. Chegou a ser surreal. Eu via a Madonna no palco, mas não VIA. Não podia nem ter certeza que era ela mesmo. Via melhor no telão. E pra isso, mais uma vez, melhor assistir em casa.

Fora os contra-tempos, o show foi maneiro, o clima no Maraca tava super gostoso e animado. A bandeira GLS tava sendo carregada com muito orgulho e sem preconceitos. O pessoal tava à vontade o suficiente para se abraçar e se beijar. Isso inclui a Madonna, que agarrou uma de suas dançarinas no meio de She’s Not Me, só não lembro se foi antes ou depois dela ter caído… Porém ela levantou como nada tivesse acontecido, até dispensou a ajuda de um de seus assistentes para levantar.

Outra música que eu cantei pra caramba foi Like a Prayer, que, como todas as outras antigas, estava remixada. Mas as imagens e frases que apareceram no telão ajudaram em muito com a empolgação da música.

Só tenho mais um comentário. Achei meio forçado os palavrões e os gestos sexuais desnecessários. É isso que dá. O Brasil leva fama de ser pura putaria, e as celebridades chegam aqui achando que podem falar ou fazer qualquer coisa que a gente vai achar bonito. Achei foi forçado. Fuck the rain, it must go, aleleô, aleleô. Foi o que a Madonna cantarolou numa parte do show após ter confundido a galera gritando Mengo com aleleô. Desnecessário, não? Da parte da platéia (mengo? sério?) e da parte da diva.

Fora eu criticando tudo, para variar, o show foi maneiro e eu me diverti. Os próximos shows que estarei aguardando anciosamente são: Foo Fighters, Alanis Morissette, John Mayer, Nickelback, Rihanna e mais uma dúzia. Mas vou ter que torcer para eles terem a boa vontade de quererem visitar nosso país, né?

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