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Archive for the ‘Restaurantes’ Category

Uma porção do prato individual Bacalhau Lagareira

Uma porção do prato individual Bacalhau Lagareira

Procurando um programa um pouco diferente do que costumamos fazer, eu e o Plínio resolvemos voltar ao restaurante de comida portuguesa, Gruta São Sebastião para comer bacalhau. Já havíamos ido uma vez juntos, mas isso já faz um tempão. Programa bom de domingo é sair pra almoçar fora, né?

O restaurante fica dentro da CADEG, que é um mercado municipal. Fica na Rua Capitão Félix, 110 no bairro de Benfica, Rio de Janeiro. Da última vez que fomos estava bem cheio, mas dessa vez não. Chegamos por volta das 14h e sentamos prontamente. Parte das mesas do restaurante fica nos corredores do mercado e parte fica dentro da loja.

O AMBIENTE: Bem familiar, bastante informal. No geral havia grupos maiores, famílias com crianças. Algumas mesas eram apenas casais. O ambiente é simples, mesas forradas com toalhas de pano e por cima papel.

Um pedaço do prato individual Bacalhau Sé do Pipo

Um pedaço do prato individual Bacalhau Zé do Pipo

O CARDÁPIO: O cardápio é extenso e há pratos de carne vermelha, peixes e aves. Há uma seção específica para os pratos de bacalhau. Todos os itens vem com descrição do prato. Em geral os pratos veem em porções individuais, para dois ou para mais pessoas. O bolinho de bacalhau imagino que seja o carro chefe da casa. Vendem porções de no mínimo quatro unidades, fritos na hora ou então a massa congelada para levar para casa.

Pedimos dois pratos individuais que também possuíam versões maiores. Bacalhau Lagareira e Bacalhau Zé do Pipo. Ao ler a descrição do lagareira eu já havia certeza que era esse que eu queria novamente. Lembrei muito bem porque sempre acabo escolhendo ele. Posta de bacalhau, brócolis, batatas ao murro e cebola. Tudo regado à muito azeite. Estava divino, como sempre.

O Plínio foi no Zé do Pipo. Confesso que fiquei desconfiada. Esse é um prato relativamente comum de se ver, até em self-service. Mordi a minha língua! Estava tão bom, ou melhor, que o meu. O purê de batata estava simplesmente perfeito. Cozido em um exagero de alho, do jeito que eu gosto. Só achei a maionese um toque desnecessário, mas nada que comprometesse o prato.

Como eu disse, ambos os pratos eram individuais e nós acabamos com pouco mais de metade de cada. Vieram em travessas de barro ainda quentes. Chuto que se tivéssemos pedido bolinhos de bacalhau para a entrada, que vimos serem grandes na mesa ao lado, poderíamos ter pedido apenas um prato individual para dividir. Isso sem estar com a fome de três leões, claro.

Para a sobremesa, doces portugueses, claro! Haviam vários no cardápio. Pedi um toucinho do céu e o Plínio pediu um pastelzinho de belém. O pastel tenho certeza que não é feito na casa pois havia uma propaganda do fabricante na mesa. Não estava muito fresquinho, com a massa crocante. Achei uma pena. O toucinho eu não sei se é de lá. Estava bem gostoso, não podia ser diferente, mas não foi dos melhores que eu já provei.

Toucinho do Céu

Toucinho do Céu

O ATENDIMENTO: Achamos o atendimento regular. O Plínio pediu um toucinho do céu para viagem e quando chegamos em casa vimos que o garçom nos deu um pastel de belém. Bem chato.

O PREÇO: Confesso que não li o cardápio todo, como costume fazer sempre. Sei que os nossos pratos foram por volta de R$65. Os pratos de bacalhau para dois estavam entre R$120 e R$150. Acho que os doces foram por volta de R$10 cada. Pedimos as sobras para viagem, não vi se cobraram as caixas, mas imagino que sim. A conta deu pouco mais de R$200. Além das comidas tomamos dois guaranás em lata e uma água. Ah, e a massa congelada do bolinho de bacalhau estava R$60 o quilo.

Não sei das outras comidas, mas pra quem gosta de bacalhau, recomendo completamente! Não é um programa que dê pra fazer sempre, mas em uma ocasião especial acho que vale.

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Le Blé Noir

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Ontem eu e o Plínio fizemos um ano de namoro. 🙂 Para comemorar fomos jantar em um restaurante que serve crepes franceses tradicionais, Le Blé Noir. O Plínio não conhecia ainda e eu quis que ele experimentasse.

O restaurante é bem pequeno. Fica na Rua Xavier da Silveira, 19, na quadra da praia, em Copacabana. Chegamos e tinham mais de uma dúzia de pessoas do lado de fora. Entramos, colocamos nosso nome na lista e esperamos do lado de fora as 6 mesas de casal que havia na nossa frente. Em aproximadamente 15 minutos já estávamos sentados.

O AMBIENTE: Num espaço limitado, as mesas quase se tocam, só restando espaço mínimo para as pessoas circularem. A penumbra dá ao restaurante um ar intimista e romântico. A maior parte dos frequentadores é formado por casais mas haviam algumas poucas mesas de 4 pessoas e uma única com 6.

O CARDÁPIO: O cardápio não é extenso e se resume à crepes salgados e doces feitos com trigo sarraceno. Há uma lista de crepes tradicionais, onde encontram-se crepes já montados, e uma lista onde se pode montar o crepe salgado da forma que preferir. Na parte dos crepes doces, o mesmo.

Há uma pequeno seleção de vinhos no cardápio incluindo sempre uma seleção da casa para vinho tinto, branco e rose. Também há uma cidra francesa que li na internet ser o “must” da casa. Acabamos por escolher uma garrafa desta última. Veio servida em um balde com gelo e em canecas de porcelana. Achei ok, mas preferiria ter pedido um vinho mesmo.

Eu escolhi um crepe de peito de pato com purê de maçã e queijo saint paulin. Achei o queijo forte demais para o meu gosto. Apesar disso, gostei muito do crepe. Ficou harmônico. O Plínio achou exótico demais. Ele escolheu um de hambúrguer de picanha com cebola e bacon. Adorou. Os crepes são generosos, mas eu diria que não dá para dividir para dois se não quiser ficar com fome. Para a sobremesa, dividimos um crepe de nutella com sorvetes de creme. Tava de lamber os beiços.

O ATENDIMENTO: Achamos o atendimento bom, mas nada espetacular.

O PREÇO: Os crepes salgados custam entre R$45 e R$60 em média. Os doces, entre R$18 e R$25. Todos os vinhos da seleção da casa custavam R$15 a taça e R$71 a garrafa. A nossa conta deu por volta de R$230.

Eu com certeza volto quando tiver outra ocasião para tal, porque o preço não me permite ser frequentadora assídua! Recomendo para quem gosta de crepes e está disposto a gastar um pouco mais.

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