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Archive for the ‘Enfim Sozinha – Austrália’ Category

Acabo de receber a confirmação do governo de Victoria de que eles receberam meu pedido para patrocínio. Inicialmente haviam me dado um prazo de 2 semanas para enviarem essa confirmação, mas demorou 5 dias. O prazo para o resultado é de 12 semanas, mas se eles mantiverem a rapidez, de repente sai antes.

Alguns comentários sobre o pedido de patrocínio ao estado de Victoria; Todo o processo é feito online, não há necessidade de enviar nada por correio. Além disso, é de graça. Há algum tempo atrás, alguns estados cobravam por esse pedido. Não se se a Victoria sempre foi assim ou se cobrava também. Para dar entrada você precisa do resultado do IELTS e do seu skills assessment. É só scannear e fazer o upload no site. Foi tudo muito simples.

E é isso. Agora vou ficar aqui aguardando o resultado ansiosamente.

I just received confirmation from the state of Victoria that they received my sponsorship application. Inicially they gave me up to 2 week to confirm, but ir took only 5 days. The deadline for the result is 12 weeks, but if they keep it up, it might be quicker.

A few comments about the sponsorship application to Victoria; The whole process is done online, there is no need to send anything by mail. Moreover, it’s free. A while ago, some states charged for this application. I don’t know if Victoria was always this way or if they used to charge as well. To apply you need your IELTS results and your skills assessment. You only need to scan them and upload them to the site. It was all very simple.

And that’s it. Now I’ll be here waiting anxiously for the result…

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Acabei de submeter meu pedido de patrocínio ao estado de Victoria. Super frio na barriga! Na verdade, eu gostaria de morar em Sydney, pois é a cidade que os cariocas dizem que se parece mais com o Rio. Eu amo as belezas do Rio. Será uma das poucas coisas das quais sentirei falta.

Então porque eu fiz isso? É o meu plano B. Se eu não conseguir tirar os 8 pontos em cada etapa do IELTS, eu não terei a pontuação suficiente para aplicar no DIAC. Porém, se eu tiver um estado patrocinador, eu consigo 5 pontos adicionais. Com isso eu ainda teria que comprovar 3 anos de experiência profissional para receber mais 5 pontos e pronto, 60 pontinhos!

Confesso que tenho um medo danado de receber um não, mas que outra escolha eu tenho? Afinal, se eu não tentar, o não já está garantido.

I just submitted my sponsorship application to the state of Victoria. Butterflies! To be truthfull, I’d like to live in Sydney because it’s the city that the cariocas say is the most similar to Rio. I love Rio’s natural beauties. It will be one of the few things I’ll miss.

So why did I do it? It’s my plan B. If I can’t get an 8 on each of the IELT’s tests, I won’t have enough points to apply to DIAC. But, if I have a state sponsorship, I can claim an aditional 5 points. Then I’d still have to prove that I have 3 years of professional experience to claim 5 more points and that’s it, 60 points!

I confess that I’m afraid I’ll receive a no, but what choice do I have? After all, if I don’t try, the no is already garanteed.

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Li esta carta no blog da Tatiala e do Guguru. Comecei lendo e imaginando como será morar no exterior e ter um filho. No final da carta eu percebi que eu havia entendido errado, a carta era na verdade para mim, e não para meu futuro filho. Minha mãe poderia ter escrito essa carta, porque a situação dela era essa: brasileira morando nos Estados Unidos e criando duas filhas longe da terra natal. Certo que eu não nasci longe do Brasil, mas fui criada longe. E é por isso que parte de mim não é bem brasileira, e não consegue se adaptar 100% a essa terra.

I read this letter at Tatiala and Guguru’s blog. I started reading and imagening how it will be to live abroad and have a child. At the end of the letter I noticed that I’d misunderstud, the letter was really for me, and not for my future child. My mother could have written it, because that was her situation: brazilian living in the United States and raising two daughters away from their mother land. I was not born away from Brazil, but I was raised away. And that is why part of me isn’t quite brazilian, and cannot adapt 100% to this land.

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A minha vida está em stand by. Parece que estou flutuando no tempo, que minha vida está pausada. Passei por uma vitrine e vi umas taças para cerveja que achei um charme. Não as comprei porque não poderei levá-las para a Austrália. Em breve, possivelmente, terei que sair do meu apartamento. Fica a dúvida: será que devo alugar outro? Não posso me dar o luxo de me comprometer com nada de médio prazo. Paro e penso: será que ainda estarei aqui?

Não sou só eu. Tenho notado nos blogs que acompanho, das pessoas que ainda não tem o visto ou que ainda estão se organizando para partirem. Todas as vidas em suspensão. Você quer se programar, pensar no futuro, mas o futuro não lhe pertence ainda. Está do outro lado do mundo. Chega a ser angustiante.

Sei que o tempo passa e que logo terei um rumo definido (espero que este seja o desejado). Porém isso não diminui a ansiedade. Não faz com que a minha vida caminhe. Estou parada na estrada, olhando para frente, mas ainda não posso seguir.

My life is on stand by. It seems as if I’m floating in time, as if my life is paused. I walked passed a shop window and saw some charming beer glasses. I didn’t buy them because I won’t be able to take them to Australia. Soon, possibly, I will have to leave my apartment. The question remains: should I rent another? I can’t give myself the luxury of committing to anything medium-term. I stop and think: will I still be here?

It’s not just me. I’ve noticed on blogs I follow, from people who still don’t have a visa or are still getting organized to leave. All lives in suspension. You want to plan, think about the future, but the future is not yours. It’s on the other side of the world. It’s enough to be distressing.

I know time goes on and soon I’ll define my way ( hopefully the one desired). But that does not diminish anxiety. It doesn’t make my life move forward. I’m standing on the road, looking ahead, but still cannot follow.

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Para praticar para o meu writing no IELTS, irei escrever todos os posts em português e depois em inglês. Se alguém tiver alguma observação ou crítica a fazer em relação ao texto traduzido, favor deixar um comentário. Assim irei melhor minha redação!

In order to practice my writing for the IELTS, I am going to write all posts in portuguese and then in english. If anyone has any observations or critic in relation to my translated text (this one, for example), please leave a comment. This way I’ll make my essay better!

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Ando descobrindo uns blogs ótimos de pessoas que conseguiram o visto de permanência há pouco tempo e ainda nem pisaram em solo australiano. Vou colocar todos aí ao lado para quem quiser acompanhar. Os donos de dois deles são arquitetos. Um aqui do Rio e uma lá de Portugal. Ambos já com visto em mãos e aguardando o dia de embarcar. Ambos aplicaram para o visto meados de 2010.

Então parei para refletir: se eu tivesse continuado com o processo, eu poderia já estar com o visto em mãos também. Ok, pensando friamente, não daria porque no meio de 2010 eles mudaram a pontuação e eu não teria como aplicar como urbanista sem o patrocínio de um estado. Só que todos os estados revisaram as suas listas e eu, que podia solicitar apadrinhamento da Western Australia, não poderia mais. Porém, se eu estivesse acompanhando o DIAC mais de perto, veria que as regras mudaram ao meu favor em julho desse ano. Resumindo: estou atrasada 6 meses. Aff…

Tudo agora depende deu tirar uma nota excelente no IELTS, leia-se 8.0 em cada modalidade. Sei que eu tenho inglês pra isso, mas acho que nem numa prova de português eu conseguiria uma nota tão alta. Infelizmente não terei muitas tentativas, pois a próxima prova é só em março, sendo que eu tenho que mandar meus documentos para o DIAC até final de junho. A moça lá do IELTS me disse que estão querendo abrir outra prova para janeiro, mas que não é certo. Logo tenho que estudar muito para passar no writing e no speaking, que foram onde eu tirei as piores notas, 7.5 em ambas. Listening e reading estão tranquilas, é só repetir o resultado anterior, 8.5 e 8.0, respectivamente.

Esse post é só para lembrar que nunca devemos parar no meio do caminho. Vá até o final e esgote todas as possibilidades antes de optar por outra rota ou não. Afinal, com o PR na mão, eu estarei livre para fazer o que eu quiser, não é mesmo?

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De um tempo pra cá, o Departamento de Imigração e Cidadania da Austrália (DIAC), vem fazendo mudanças frequentes no que diz respeito aos requisitos para conseguir um visto de residência permanente. Esse mês entrei novamente no site, após ter me frustrado no meio do ano com as mudanças que me obrigaram a aguardar novas mudanças. Descobri algumas alterações que de certa forma me favoreceram: a eliminação da pontuação por profissão, minha idade passou a valer mais pontos, ganhei pontos por ter bacharelado e a possibilidade de ganhar mais pontos por ter inglês melhor. Na verdade nem sei se essa regra do inglês já existia, mas eu não me lembro dela.

Antes, algumas profissões tinham 10 pontos a mais que outras. No meu caso, arquiteto tinha 10 pontos a mais que urbanista. Lembrando que eu fui reconhecida como urbanista, pois o processo de reconhecimento era mais fácil e o tempo total de processamento do visto seria reduzido. Com isso, eu precisaria do patrocínio de um estado para conseguir pontos a mais, já que havia perdido 10. Isso significa que eu precisaria que um dos 7 estados da Austrália me convidasse para morar lá e eu precisaria passar os 2 primeiros anos na Austrália nesse estado.

Com as mudanças que houveram em julho, os estados mudaram as suas listas de profissões em demanda e urbanista não encontrava-se mais em nenhuma. Fiquei desesperada! Teria que recomeçar e dar entrada no AACA, que avalia arquitetos. Por isso dei uma desanimada.

Com essa mudança nova, agora todas as profissões tem a mesma quantidade de pontos, então não perdi nada. Posso dar entrada como urbanista sem preocupações.

Outra mudança que me chamou atenção foi o aumento da idade máxima para aplicar: de 45 para 50 anos. Isso em si não mudou nada para mim, pois tenho 26, mas com isso eles mudaram a quantidade de pontos que certas faixas de idade recebem. No caso, eu recebo 30 pontos, o máximo, por ter entre 25 e 32 anos.

Como eu disse, as profissões não ganham mais pontos, mas educação agora ganha. Quem tem doutorado recebe uma pontuação maior. Eu tenho bacharelado então recebo 15 pontos.

Somados eu teria 45 pontos mais 10 pontos com minha nota atual do IELTS, que é de pelo menos 7 em cada prova. Ficam faltando 10 pontos para completar os 65 necessários para aplicar. Melhorando minha nota no IELTS para mínimo de 8 em cada prova, recebo mais 10 pontos e consigo os 65! Creio que melhorar minha nota no IELTS seja a forma mais fácil e rápida de conseguir mais 10 pontos.

Certamente tem muita gente que ficou chateado com essas mudanças. Podem ter dificultado alguns processos ou até mesmo impedido outros. Desejo sorte para todos nós, pois já estou sabendo que no meio de 2012 haverá novas mudanças. Com isso, vou correr para marcar um novo IELTS e dar entrada no meu processo o mais rápido possível.

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